Shakira: entrevista


— É verdade que você era uma criança prodígio?
— Eu não sei, eu me considero como todo mundo. Eu só tenho pais maravilhosos, especialmente meu pai. Eu era apenas uma criança, mas meu pai teve oito filhos de um casamento anterior. Não só isso, todo o tempo para a minha família, porque até mesmo o papa em seu tempo livre escrevendo artigos para jornais. A família relaxado atmosfera criativa reinou. Eu lembro que eu pedi mesmo o Papai Noel a dar-me uma máquina de escrever.

— Você é livre para ler três anos, quatro — escreveu o primeiro poema em cada oito — a primeira música, 14 — já assinou um contrato com a Sony. A cabeça não está girando?
— A não é onde foi — o meu primeiro álbum não foi um sucesso. Eu só fiz o que eu realmente queria. E a mãe eo pai me ajudou.

— E quando você sente: tudo o que eu sou uma estrela?
— É melhor dizer, eu tinha certeza de que eu vou ter que escrever canções, para transformá-los no show, uma festa para si e para o público. Em 15 anos, minha mãe e eu nos mudamos para a capital da Colômbia, Bagot. Não participei de competições, estrelou a série de TV e percebeu que a TV — não é para mim. Por este tempo eu tinha ouvido falar de bandas inglesas como Led Zeppelin, The Beatles, Nirvana. E eu decidi fazer sua música mais rígida. Na Sony tomou esta com compreensão e lancei meu álbum «Barefoot» (Pies Descalzos). Ele já vendeu mais de cinco milhões de cópias, foi ótimo!

— Você canta em espanhol?
— Claro. E Português. Mas eu estava muito bem recebidos, por exemplo, na Turquia, na França, no Canadá. Se o público nem sequer entender as palavras, ela sentiu as energias, emoções, e isso é o mais importante.

— Mas, para ser bem sucedido nos Estados Unidos precisam de Inglês?
— Claro, eu ensinei Inglês no estúdio, durante a operação. No final dos anos 90 no boom americano da música latina e da cultura latino-americana. Eu tive sorte que eu entendi em qualquer idioma.

— O seu sucesso é impressionante; Eu acho que você tem tempo em todos os lugares. Como é um dia típico de Shakira?
— Tenho sido há dias comuns. Só às vezes, quando estou em casa nas Bahamas. Não posso brincar com meus cães, para flores de água, ler um livro. E então, novamente inicia um hospício: ensaio, gravação, concertos, viagens, entrevistas …

— Você gosta de controlar tudo?
— Talvez, sim. Eu sou um perfeccionista, gosto de disciplina. Mas eu tento apreciar o que estou fazendo — caso contrário, tudo entrará em colapso.

— Existem lendas sobre sua amizade com Marquez. Por que você se recusou a aparecer no filme de seu livro «O Amor nos Tempos do Cólera»?
— Gabriel Marquez — o orgulho do meu país, os pais amam seus livros. Eu me lembro quando minha mãe lia «Cem Anos de Solidão», observou ela em um pedaço de todos os personagens, para não ser confundido. O fato de que ele chamou a atenção para mim e fala tão bem de mim — é uma honra, realmente. Mas o filme não toma Marquez. Quando eu li o roteiro e vi que eu tinha de se despir no tiro — Eu acovardou. Eu não posso imaginar como meu pai vai vê-lo.

— Sim, mas no palco você viu?
— Saw. Lá eu cantar e dançar. Sim, é sexy, mas dançar, e não há. Um striptease — não é para mim.

— Sua amiga Beyonce estava puxando muito tempo, mas ainda casado. Sobre seu relacionamento com Antonio de la Rua vai massa de rumores conflitantes. Você é casado?
— Quem não gostaria de dizer que nós nos amamos. Na vida não há nada mais importante do que o amor. E eu não estou dizendo que a princípio fez uma carreira saiu correndo pelo mundo com concertos, ganhar todo o dinheiro, e então eu vou pensar sobre a família. Não. Nós só precisamos amadurecer. E depois de nos casarmos.

— Qual é o seu casamento de sonho?
— Certifique-se que o vestido branco (risos) ea cerimônia em algum lugar no belo litoral. Provavelmente sim.
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